O Velho Detetive e a Confeitaria

   Continuando meus pensamentos sobre o Homem Velho de Terno Marrom (Clique aqui se você não sabe do que estou falando), hoje estava vindo para o trabalho e no metro tive uma ideia, esse senhor que seria um detetive, como ja falamos antes, gosta muito de uma certa confeitaria.
   Segue o trecho do que poderá ser será parte de um livro:

   Já estava cansado da correria, não era mais novo como antigamente, apesar de sempre acreditar que sua aparência não tinha mudado muito, resolveu parar e fumar um pouco, abriu o paletó e de um bolso interno puxou um lindo cachimbo, colocou o fumo e acendeu. Não estava na cafeteria em frente na Paulista, gostava de fumar lá, mas ali deveria bastar, a fumaça o ajudava a pensar, e era disso que precisava no momento.
   – Quatro mortes idênticas, nenhuma testemunha – disse em voz alta.
   Seu trabalho era solucionar somente uma, mas acreditava que todas estavam ligadas. Se apenas tivesse uma pista por onde começar, tudo aquilo parecia uma armação, mas era seu trabalho continuar cavando.
   Quando se deu por si, estava andando, suas pernas deviam ter se acostumado com o movimento, sorte a sua, estava em frente de sua confeitaria favorita.
   – Bom dia Sr. Wesley Cortez – atendeu a confeiteira com sotaque sulista, abrindo um sorriso enorme.
   – Bom dia Noura, o que temos de bom hoje? – perguntou o detetive, escutando seu estômago roncar.
   – Ainda é cedo, mas já temos bolo – disse Noura
   OBS: Tem uma piadinha no texto… Veja se consegue decifrar.
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2 Resultados

  1. André G. disse:

    Essa foi boa! hehehe

    Mas já temos bolo, bolo do que?
    DisseNoura – de cenoura!

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